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A deputada federal Tereza Cristina (PP-MS), que foi eleita senadora nas eleições gerais deste ano, usou, nesta sexta-feira (30), as suas mídias sociais para se despedir do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), de que foi ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Ex-ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na gestão de Bolsonaro, a deputada federal deixou a pasta para disputar a eleição ao Senado
“Presidente Jair Messias Bolsonaro, um grande líder, que deixará um legado enorme para o agronegócio e para o Brasil”, disse.
Tereza Cristina lembrou que na gestão de Bolsonaro o País alcançou a produção de 300 milhões de toneladas de grãos, mais de 450 mil títulos de propriedade rural entregues aos pequenos produtores brasileiros e bateu recordes de produção e de produtividade.
“Também tivemos recorde de recursos para agricultores familiares. Tenho orgulho e imensa gratidão por ter tido a oportunidade de estar ao seu lado fazendo a transformação na vida dos produtores rurais”, ressaltou.
A senadora diplomada ainda fez questão de lembrar do legado político deixado pelo presidente Jair Bolsonaro no período como chefe-maior do Brasil e também como deputado federal.
“Vamos seguir juntos, com todo o seu legado político, para continuar trabalhando pelo Brasil. Conte comigo no Senado Federal. Bolsonaro, obrigada!”, finalizou.
Avião de Bolsonaro decola rumo a Orlando, nos Estados Unidos; confira trajeto em tempo real
O mandatário confirmou que não irá realizar o rito democrático de passar a faixa para o presidente diplomado Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Nesta sexta-feira (30), o avião presidencial decolou de Brasília rumo a Orlando, nos Estados Unidos.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) decidiu deixar o Brasil a dois dias da posse do presidente diplomado Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para não passar a faixa presidencial ao rival e, ainda, seguindo o conselho de advogados, que sugeriram que ele deixasse o País antes de 1º de janeiro de 2023, data em que perde o foro privilegiado.
A última Live
Na manhã desta sexta-feira, durante a última trasmissão ao vivo realizada como presidente, Bolsonaro afirmou que “não participou” dos movimentos que acontecem desde o fim das eleições deste ano em frente a quartéis generais.
“Me recolhi. Acredito que fiz a coisa certa para não tumultuar mais ainda. Houve pelo Brasil manifestação do povo, sem liderança, protesto pacífico, ordeiro, seguindo lei tem que ser respeitado, contra ou a favor de quem quer que seja “.
E destacou: “Creio no patriotismo de vocês, sei o que vocês passaram nesses dois meses: sol, chuva. Isso não é uma coisa que vai ficar perdida. Esse povo, essa massa que foi para os quartéis foi falar ‘socorro, queremos liberdade’. Qualquer medida de força, sempre há reação, tem que buscar diálogo”.
Apesar disso, Bolsonaro falou para a militância, em busca de reanimar seus apoiadores: “Não vamos achar que o mundo vai acabar em 1º de janeiro, não tem tudo ou nada. Brasil não vai se acabar em 1º de janeiro. Quando a situação é difícil temos que buscar apoio, trazer gente para o nosso lado”, concluiu.
Fonte: Assessoria
Por Lia Kosta