Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Mato Grosso do Sul é 2º estado do país onde mais lideranças indígenas foram assassinadas - Difusora FM 99.5

Fale conosco via Whatsapp: +55 67 35242129

No comando:

Das 04:00 às 06:30

No comando:

Das 06:30 às 07:00

No comando:

Das 07:00 às 08:00

No comando:

Das 07:00 às 08:00

No comando:

Das 07:00 às 08:00

No comando:

Das 08:00 às 11:00

No comando:

Das 08:00 às 11:00

No comando:

Das 11:00 às 12:00

No comando:

Das 12:00 às 13:00

No comando:

Das 13:00 às 16:00

No comando:

Das 16:00 às 18:00

No comando:

Das 19:00 às 20:00

No comando:

Das 20:00 às 21:00

Mato Grosso do Sul é 2º estado do país onde mais lideranças indígenas foram assassinadas

Nesta quarta-feira (14), foi divulgado um estudo pelas organizações Terra de Direitos e Justiça Global revelando que a cada mês, em média, três pessoas que agiam como defensoras de direitos humanos foram assassinadas no país no período de 2019 e 2022. Pela pesquisa, indígenas constituem perto de um terço dos assassinados.

Ainda de acordo com o levantamento, os dados apurados indicam que no período investigado foram mapeados 1.171 violações, das quais 169 indicam os números de assassinatos.

Das regiões onde ocorreram as mortes, o estado do Maranhão desponta como o principal palco dos assassinatos de lideranças indígenas, com dez casos anotados, seguido bem de perto por Mato Grosso do Sul, com nove ocorrências, depois Amazonas e Roraima, que registram sete mortes em cada um destes estados. Ao todo, de 2019 a 2022, 50 lideranças indígenas foram assassinadas.

De acordo com as organizações que conduziram a pesquisa, nos últimos quatro anos, causam para esses acontecimentos podem ser em razão dos retrocessos de direitos e as políticas de austeridade representaram o aprofundamento das violações aos direitos humanos: paralisação da demarcação das terras indígenas, da titulação dos territórios quilombolas, da concretização da reforma agrária, da ausência de políticas habitacionais urbanas, acirramento da violência política.

Além disso, o período registrou o aumento da violência política, tendo as defensoras e defensores de direitos humanos como destinatários principais do discurso de ódio e ataques.

Também de acordo com as entidades, o período em análise foi marcado pelo incremento da violência sistemática contra defensoras e defensores de direitos humanos, pelo retrocesso de direitos e pelos discursos públicos de autoridades políticas fomentando ainda mais os ataques, como os do então presidente Jair Bolsonaro, que disse sobre a flexibilização da legislação que trata do porte de armas.

Confira a pesquisa completa, clicando aqui.

Por Camila Ramires | 16/06/2023 (Com informações de Correio do Estado)

Deixe seu comentário:

Publicidade