A Polícia Civil e a Perícia Técnica realizou , nesta quarta-feira (5), a reconstituição do assassinato do jogador de futebol Hugo Vinicius Skulny Pedrosa, de 19 anos. A reconstrução do crime foi feita a partir do depoimento da ex-namorada dele, Rubia Joice de Oliver Luvisetto, que foi presa como suspeita.
A reconstituição foi realizada na casa de Rubia onde, segundo a polícia, no dia 25 de junho o jogador foi morto. Durante o momento, os oficiais contaram com a ajuda de uma testemunha para refazerem os últimos passos do atleta morto.
Câmeras de segurança registraram o momento que a vítima entrou na casa da ex. Hugo foi morto com três tiros, esquartejado e partes do corpo foram jogadas no rio.
Vizinhos à cena do crime relataram ao g1 que não escutaram nenhum tiro na noite da morte. O crime chocou a cidade de pouco mais de 10 mil habitantes.
A ex-namorada de Hugo foi presa, nessa terça-feira (4), pela Polícia Civil. De acordo com a investigação, o atleta foi morto na casa da ex, Rubia Joice de Oliver Luvisetto.
Segundo a Polícia Civil, o jogador Hugo ficou desaparecido por sete dias após ter ido a uma festa em Pindoty Porã, no Paraguai. “Ele já havia levado 3 tiros, utilizaram instrumentos para ocultação do corpo”, disse a delegada. As investigações ainda apontam que o corpo foi esquartejado em pequenos pedaços.
O atleta desapareceu na madrugada do dia 25 de junho. O sumiço do jovem foi registrado na segunda-feira (26), pela mãe de Hugo, Eliana Skulny.
Após sete dias de muitas buscas e mobilização até da cantora Ana Castela, para encontrar o jogador, partes do corpo de Hugo foi encontrado no domingo (2), no rio Iguatemi, em Sete Quedas .
Os restos mortais foram encontradas durante uma operação de força-tarefa envolvendo as polícias Civil, Militar, Corpo de Bombeiros e Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron).
O reconhecimento foi feito a partir de uma tatuagem que o Hugo tinha no braço, com o nome do pai, falecido há cerca de 2 anos. As partes do corpo foram levadas para o Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL) e ainda não foram liberadas.