
Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Dados do Censo 2022, sobre características dos domicílios, divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que Mato Grosso do Sul é o estado com maior evolução em números de domicílios com acesso à rede de esgoto.
Em 2022, 48,9% da população era atendida por coleta de esgoto no Estado. O número é 114% maior que o registrado em 2010.
No País, todas as unidades da federação (UFs) registraram aumento da proporção da população residindo em domicílios com coleta de esgoto, com MS se destacando.
Nos domicílios onde havia banheiro ou sanitário, o Censo Demográfico investigou o tipo de esgotamento sanitário existente. A situação encontrada mais comumente foi o esgotamento por “Rede geral ou pluvial”.
Segundo o IBGE, em 2022, 462,8 mil domicílios, nos quais moravam 1,25 milhão de pessoas, representando 45,8% da população, tinham esgotamento desse tipo em MS.
Além disso, 3,1% da população tinha fossa séptica ou fossa filtro ligada à rede – situação em que o esgoto primeiro passa por algum tipo de solução individual no domicílio e depois é
destinado à rede geral.
O IBGE explica que o conjunto dessas duas categorias, “Rede geral ou pluvial” e “Fossa séptica ou fossa filtro ligada à rede” corresponde ao conjunto de domicílios conectados a algum serviço público que colete e afaste o esgoto domiciliar.
Segundo o IBGE, em 64 municípios do Mato Grosso do Sul (81%), menos da metade da população residia em domicílios com coleta de esgoto em 2022.
Neste quesito, ganha destaque São Gabriel do Oeste, com o maior percentual (82,85%), seguido de Três Lagoas (80,40%) e Bonito (77,34%). Em sentido oposto, vêm Jaraguari (0,39%), Sete Quedas (0,74%) e Água Clara (0,85%).
Já quando considerados os requisitos do PLAN-SAB, em 33 (41,7%) municípios de MS, menos da metade da população residia em domicílios com esgotamento por rede coletora ou por fossa séptica.
Correio do Estado.