Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

CHOQUE E REVOLTA: Casal de jovens mata bebê e enterra feto em terreno baldio com frieza chocante em Três Lagoas! - Difusora FM 99.5

Fale conosco via Whatsapp: +55 67 35242129

No comando:

Das 04:00 às 06:30

No comando:

Das 06:30 às 07:00

No comando:

Das 07:00 às 08:00

No comando:

Das 07:00 às 08:00

No comando:

Das 07:00 às 08:00

No comando:

Das 08:00 às 11:00

No comando:

Das 08:00 às 11:00

No comando:

Das 11:00 às 12:00

No comando:

Das 12:00 às 13:00

No comando:

Das 13:00 às 16:00

No comando:

Das 16:00 às 18:00

No comando:

Das 19:00 às 20:00

No comando:

Das 20:00 às 21:00

CHOQUE E REVOLTA: Casal de jovens mata bebê e enterra feto em terreno baldio com frieza chocante em Três Lagoas!

Miriam Herrera coordenadora conselho tutelar de Três Lagoas, conta os detalhes do caso.

Por Henrique Ferian

Três Lagoas, MS – Um caso de extrema crueldade e frieza chocou a população de Três Lagoas e revoltou até mesmo as conselheiras tutelares da cidade. Um casal de jovens, de apenas 18 e 19 anos, é acusado de provocar um aborto e, em um ato de desprezo pela vida, enterrar o feto em uma área de mata. Os detalhes, revelados por conselheiras tutelares, pintam um quadro macabro de premeditação e ausência total de remorso.

A descoberta e o acionamento do Conselho Tutelar

O Conselho Tutelar de Três Lagoas foi acionado pelo hospital após a entrada de uma jovem com sangramento intenso. A princípio, a suspeita era de um aborto provocado. A conselheira Miriam, coordenadora do Conselho Tutelar, e Adriana, que estava de plantão, foram as primeiras a se deparar com a situação. O laudo médico confirmou as suspeitas: o aborto foi induzido por meio de comprimidos de Cytotec, comprados pela internet e ingeridos tanto oralmente quanto vaginalmente pela jovem.

A frieza do namorado e a confissão chocante

Ao ser questionada sobre o pai, a jovem indicou o namorado. O Conselho Tutelar, já suspeitando de crime, acionou a polícia. O namorado foi chamado ao hospital sob o pretexto de que o hospital queria falar com ele. A polícia, estrategicamente posicionada para evitar uma fuga, aguardou sua chegada. Quando confrontado, o jovem confessou os atos com uma frieza estarrecedora. “Ele falou normalmente como se nada tivesse acontecido, como se ele tivesse chupado uma bala e jogado a casca no lixo”, relatou a conselheira Miriam.

Ele admitiu ter comprado o Cytotec pela internet e até mesmo outro medicamento para que a namorada não passasse mal após o procedimento. A justificativa para o ato hediondo? “Ele não tinha condições de ter filho, que eles eram muito novos e não tinha condições de ter filho.” A conselheira o confrontou sobre a possibilidade de entrega espontânea, um recurso legal para mães que não podem ou não querem criar seus filhos, mas ele permaneceu impassível. “Você não precisava ter matado uma criança. Você matou uma criança, você e a sua namorada, vocês mataram uma criança”, disse Miriam, ao que ele confirmou o crime.

A reação indiferente da jovem e a ocultação do cadáver

O namorado recebeu voz de prisão em flagrante. Em seguida, as conselheiras e a polícia foram conversar com a jovem na maternidade. A mãe da garota, que sequer sabia da gravidez, descobriu a situação no hospital, após a filha ter enviado uma foto do banheiro ensanguentado. Ao ser informada de que estava presa em flagrante por homicídio, a jovem demonstrou uma indiferença chocante. Sua única preocupação foi perguntar ao policial: “Ele vai demorar para sair?”, referindo-se ao namorado. Ela estava no celular e o policial precisou retirá-lo de suas mãos, informando-a de que, como presa em flagrante, não poderia usar o aparelho.

O ápice da crueldade veio com a revelação do paradeiro do feto. O policial, indignado, chamou a conselheira para presenciar “mais um absurdo”. Ao ser questionado sobre o feto, o jovem respondeu com a mesma frieza: “Eu enterrei lá no parque industrial, lá perto da antiga Mabel”. Ele havia amarrado o feto em duas sacolas – uma branca e uma azul – e o levado para um local distante, no fim de uma mata, onde o enterrou. A polícia e as conselheiras acompanharam o jovem até o local, onde o feto foi encontrado.

Premeditação e Justiça

O caso, segundo as conselheiras, foi totalmente premeditado. A compra dos medicamentos, a ocultação do feto e a frieza dos envolvidos indicam um planejamento macabro. Ambos, de 18 e 19 anos, responderão à justiça. Ela por homicídio e ele por homicídio e ocultação de cadáver. A jovem permanece internada sob escolta policial e, após alta, será encaminhada ao presídio, assim como o namorado.

O Conselho Tutelar encaminhou ofícios e notícias de fato ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, garantindo que o caso terá o devido acompanhamento legal.

Confira a reportagem:

 

 

Deixe seu comentário:

Publicidade