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Por AUGUSTA RUFINO
Jornalista e roteirista de Três Lagoas apresenta suas primeiras obras — um mergulho poético e um suspense policial — em encontro marcado com leitores nesta sexta-feira
Nesta sexta-feira (24), às 17h30, a Biblioteca Municipal de Três Lagoas deixa de ser apenas um espaço de silêncio e leitura para se tornar cenário de encontro, expectativa e estreia.
É ali que Cadu Xavier apresenta ao público seus dois primeiros livros: O Eu Perdido, uma coletânea de poesias, e Ninguém Sabe, um romance policial que promete envolver o leitor em uma narrativa de mistério.
Mais do que um lançamento, o momento marca a travessia de quem sempre trabalhou com palavras — agora, colocando-as sob outra luz.
Conhecido na cena local como jornalista e roteirista, Cadu dá um passo além do texto informativo e do roteiro estruturado para explorar territórios mais íntimos e ficcionais. Em O Eu Perdido, a proposta é mergulhar em sentimentos, fragmentos e reflexões que dialogam com a identidade e as inquietações do cotidiano. Já em Ninguém Sabe, o autor constrói uma trama que convida o leitor a decifrar pistas, suspeitas e silêncios — elementos clássicos do gênero policial, mas atravessados por um olhar autoral.
Há, nesses encontros, algo que vai além da formalidade. São momentos em que o escritor deixa de ser apenas voz e se torna presença. Em que o texto ganha rosto. Em que o leitor deixa de ser abstrato e passa a ocupar a mesma sala.
Entre páginas recém-impressas e expectativas compartilhadas, o lançamento de Cadu Xavier se desenha como mais do que um evento literário: é o início público de uma trajetória que, a partir de agora, passa a ser acompanhada de perto por leitores, amigos e pela própria cidade. Porque, no fim, escrever é um ato solitário — mas é no encontro que a literatura, de fato, ganha vida.