Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

A decisão de empunhar a própria espada no desenho do destino - Difusora FM 99.5

Fale conosco via Whatsapp: +55 67 35242129

No comando:

Das 04:00 às 06:30

No comando:

Das 06:30 às 07:00

No comando:

Das 07:00 às 08:00

No comando:

Das 07:00 às 08:00

No comando:

Das 07:00 às 08:00

No comando:

Das 08:00 às 11:00

No comando:

Das 08:00 às 11:00

No comando:

Das 11:00 às 12:00

No comando:

Das 12:00 às 13:00

No comando:

Das 13:00 às 16:00

No comando:

Das 16:00 às 18:00

No comando:

Das 19:00 às 20:00

No comando:

Das 20:00 às 21:00

A decisão de empunhar a própria espada no desenho do destino

Por AUGUSTA RUFINO

 

Ivete Sigrist desmistifica o poder do pensamento e propõe uma revolução silenciosa através da autoresponsabilidade

 

Há manhãs em que o rádio deixa de ser apenas uma companhia de fundo para se tornar uma espécie de espelho. Na calmaria desta sexta-feira (5), a frequência da Jovem Pan 99.5 FM abriu espaço para um desses momentos. No estúdio, a atmosfera de urgência do noticiário deu lugar à pausa necessária. O convite que fiz aos meus ouvintes, logo na introdução, não era para escutar mais uma teoria abstrata, mas para sintonizar o próprio coração com as palavras da minha convidada, Ivete Sigrist. Mentora, palestrante e profunda observadora do comportamento humano, Ivete trouxe consigo uma provocação milenar e, ao mesmo tempo, urgente: nós somos o resultado exato daquilo que pensamos.

A provocação inicial que propus para abrir o nosso diálogo — traçando um paralelo quase físico entre a máxima “você é o que você come” e a premissa “você é o que você pensa” — abriu portas para uma reflexão que vai muito além do otimismo superficial. O pensamento, como pontuou a mentora com a firmeza de quem estuda a alma humana, não é um elemento isolado. Ele é o gatilho invisível. Ivete me explicou que tudo começa na mente: pensamentos geram ações, que por sua vez moldam comportamentos, que se transformam em um estilo de vida e, finalmente, determinam o nosso destino.

Nossa conversa fluiu para as dobras da mente, esse território onde guardamos não apenas o que aprendemos sobre nós, mas também as cicatrizes daquilo que os outros disseram que éramos. Ivete me alertou que, muitas vezes, trazemos para a vida adulta crenças limitantes geradas ainda na infância. É o “não consigo” ou o “não dou conta” dito em silêncio que atua como uma âncora invisível. Diante do peso dessas colocações, pontuei com ela como essas sentenças que nos impomos são rígidas e definitivas. Foi quando a mentora resgatou a beleza da biologia a serviço da evolução, destacando a capacidade que temos de reconfigurar o sistema por meio da neuroplasticidade. Ela me enfatizou que o cérebro não é um bloco de mármore imutável e que nossos neurônios podem aprender que não somos o que o passado determinou, mas o que decidimos ser a partir de agora.

A ESPADA DA DECISÃO

O ponto alto da nossa interação no estúdio ganhou contornos quase cinematográficos quando recordei e compartilhei com ela uma passagem que me havia impactado na noite anterior, enquanto eu assistia ao filme Mestre dos Universos no cinema. Dividi com Ivete e com a nossa audiência a frase que ecoava em minha mente: “Enquanto a espada estiver na mão do outro, qualquer poder que a gente tenha é meramente ilusório”.

A conexão de Ivete com a minha fala foi imediata. Ela capturou a metáfora que joguei na mesa e a trouxe perfeitamente para a realidade dos pensamentos diários. A mentora explicou que, quando permitimos que a opinião alheia, os julgamentos ou as projeções de terceiros guiem nossa autoimagem, estamos entregando a nossa força. Deixamos de ser os protagonistas da nossa própria história para viver uma ilusão de controle. Diante disso, Ivete fez um chamado claro à autoresponsabilidade para tomarmos a espada de volta, lembrando que fomos criados para algo maior e que a nossa identidade deve ser ditada por quem nos criou, não pelas expectativas dos outros.

Expandindo o tema, minha convidada nos alertou sobre o perigo de nos expormos em ambientes errados ou de revelarmos nossas vulnerabilidades a quem não sabe acolhê-las. Ivete tocou em uma ferida comum: a armadilha de mostrar fraquezas a pessoas que usam incentivos camuflados de dúvida. São aqueles que dizem que você consegue, mas alertam logo em seguida que não será fácil ou que ainda não é o seu tempo. Como bem explicou a especialista para mim, o consciente ouve o incentivo, mas o inconsciente absorve a barreira, fazendo com que a gente passe a focar no sucesso alheio enquanto paralisamos diante das nossas próprias metas.

ENFRENTANDO O ESPELHO

Nossa conversa caminhou para o seu encerramento com o convite prático de Ivete para uma ação despida de fórmulas mágicas. Ela provocou a mim e aos ouvintes a mudarmos a mente falando “da boca para dentro” e a nos olharmos no espelho acolhendo o que vemos, rejeitando as distorções ou as cobranças estéticas do mundo. A mentora pontuou que, se algo precisa ser melhorado, que se melhore pelo amor-próprio e nunca pela rejeição. Os passos rumo à mudança devem ser dados no agora, como terminar o livro encostado ou iniciar a atividade física hoje mesmo, abandonando a mítica promessa de esperar pela próxima segunda-feira.

Ao final, agradecendo a presença luminosa de Ivete em nossa programação, mudei a chave para o encerramento convicta de que o fim de semana que se iniciava seria uma oportunidade de ouro para todos nós refletirmos, decidirmos e agirmos. Afinal, como encerrou a minha convidada em sua mensagem de fé, a verdadeira transformação exige que renovemos a nossa mente e tomemos as rédeas da própria vida no momento presente.

DESENVOLVIMENTO E ACOLHIMENTO

Além de sua atuação nas palestras e mentorias voltadas ao crescimento pessoal, Ivete Sigrist também lidera um trabalho de profundo impacto social e humano em Três Lagoas por meio do cuidado com a terceira idade. Ela coordena o Lar do Refúgio Jeová Rafah, uma instituição de longa permanência que oferece estrutura completa e equipe preparada para o acolhimento humanizado de idosos, localizada na Avenida Eloy Chaves, número 2697.

Os ouvintes que me acompanharam e ficaram interessados em conhecer mais sobre suas reflexões de fé e positividade podem seguir o perfil pessoal dela no Instagram pelo endereço @ivetesouzasigristi ou a página da instituição em @refugiofisio. Os contatos para mentorias, atendimentos e visitas ao espaço de acolhimento podem ser feitos diretamente pelo telefone e WhatsApp (67) 99350-0943.

Deixe seu comentário:

Publicidade