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Amor ao próximo em tempos de pressa - Difusora FM 99.5

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Amor ao próximo em tempos de pressa

Por AUGUSTA RUFINO

 

A mentora e palestrante Ivete Sigrist falou sobre empatia, humanidade e a importância de cultivar o amor ao próximo mesmo em meio à correria e ao distanciamento das relações atuais

 

Falar sobre amor ao próximo parece simples até percebermos o quanto ele anda em falta nas pequenas coisas do cotidiano.

Na pressa dos dias, as pessoas desaprenderam de se olhar. Falta paciência no trânsito, sobra agressividade nas redes sociais, faltam escuta, gentileza e presença. Todo mundo fala ao mesmo tempo, mas quase ninguém realmente ouve.

E foi justamente sobre isso que a tarde na Jovem Pan 99.5 , desta segunda-feira (18), parou para conversar.

O Momento Reflexão e Positividade com a mentora e palestrante Ivete Sigrist não aconteceu como uma entrevista tradicional. Foi mais como aquelas conversas que fazem a gente diminuir o ritmo por alguns minutos para lembrar de coisas que deveriam ser básicas, mas que a rotina endureceu dentro de nós.

Em meio à conversa, Ivete falou sobre a importância de praticar o amor ao próximo nas atitudes mais simples. “Às vezes, o que o outro precisa é apenas ser tratado com humanidade”, comentou durante o bate-papo.

E talvez seja exatamente aí que mora o problema dos nossos tempos.

As pessoas estão cada vez mais conectadas e, ao mesmo tempo, emocionalmente distantes. Existe pouco espaço para compreender a dor do outro porque quase todo mundo está ocupado tentando sobreviver às próprias dores. Ainda assim, pequenos gestos continuam tendo força.

Uma palavra dita com cuidado. Um julgamento evitado. Um abraço oferecido na hora certa. Um pouco mais de paciência com quem claramente já está cansado da vida.

Enquanto Ivete falava, eu pensava em como o rádio ainda consegue criar encontros humanos de verdade. Sem filtros. Sem personagens. Apenas pessoas dividindo pensamentos que, de alguma forma, alcançam quem está do outro lado.

Em determinado momento da conversa, ficou evidente que falar de positividade não é ignorar os problemas. É escolher não permitir que a dureza do mundo nos transforme em pessoas frias.

Porque amar o próximo hoje talvez seja exatamente isso: continuar sensível em tempos que incentivam indiferença.

Foi uma conversa leve e necessária. Daquelas que não tentam mudar o mundo inteiro de uma vez, mas lembram que qualquer mudança começa na forma como a gente decide tratar quem cruza o nosso caminho todos os dias.

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