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Depois de um ano marcado por reclamações de pais e estudantes da zona rural, a Prefeitura apresentou nesta semana o que chamou de “nova frota” do transporte escolar. A cerimônia foi acompanhada de fotos oficiais e discursos sobre investimento e compromisso com a educação.
O que não foi apresentado com a mesma ênfase foi o valor do contrato.
Segundo dados obtidos, o contrato anual para o transporte escolar rural gira em torno de R$ 10 milhões. Até o momento, a administração municipal não detalhou publicamente:
recebemos denúncia de que parte dos veículos apresentados como “nova frota” seriam, na verdade, ônibus reformados — e que alguns teriam sido levados apenas para compor cenário de divulgação institucional.
A reportagem entrou em contato com fontes ligadas ao setor que afirmam que os veículos não seriam integralmente novos de fábrica. A Prefeitura ainda não apresentou documentação técnica que comprove ano/modelo e estado de aquisição dos ônibus.
Caso a denúncia se confirme, a população tem o direito de saber:
Durante 2025, pais de alunos da zona rural relataram atrasos constantes, superlotação e veículos em condições precárias. Em dias de chuva, algumas crianças sequer conseguiam chegar à escola.
A apresentação da nova frota surge após meses de pressão e cobranças públicas.
Estamos diante de um novo começo ou apenas de uma ação de marketing?
Em contratos públicos que envolvem milhões de reais, transparência não é favor — é dever.
Seguiremos acompanhando o caso e solicitamos oficialmente:
Porque quando se trata de transporte escolar rural, não estamos falando de propaganda.
Estamos falando de crianças.
Da redação com informações do Jornal da Lagoa.