Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Professor de Educação Física é denunciado por assédio e perseguição em Três Lagoas e região: Dezenas de mulheres relatam abusos - Difusora FM 99.5

Fale conosco via Whatsapp: +55 67 35242129

No comando:

Das 04:00 às 06:30

No comando:

Das 06:30 às 07:00

No comando:

Das 07:00 às 08:00

No comando:

Das 07:00 às 08:00

No comando:

Das 07:00 às 08:00

No comando:

Das 08:00 às 11:00

No comando:

Das 08:00 às 11:00

No comando:

Das 11:00 às 12:00

No comando:

Das 12:00 às 13:00

No comando:

Das 13:00 às 16:00

No comando:

Das 16:00 às 18:00

No comando:

Das 19:00 às 20:00

No comando:

Das 20:00 às 21:00

Professor de Educação Física é denunciado por assédio e perseguição em Três Lagoas e região: Dezenas de mulheres relatam abusos

Denúncias de assédio e perseguição contra professor de Educação Física mobilizam dezenas de vítimas. Boletim de Ocorrência já foi registrado do caso. Se voce foi vítima faça sua denúncia à DAM de Três Lagoas via WhatsApp: (67) 3521-9056 não se cale.

Por Henrique Ferian

Três Lagoas, MS – Um caso chocante de assédio e perseguição envolvendo um professor de Educação Física, identificado como Paulo, está vindo à tona em Três Lagoas e cidades vizinhas, como Inocência e Paranaíba. A denúncia inicial partiu de Iasmin Lins, que, após ser importunada pelo agressor via Instagram, decidiu tornar pública a situação, desencadeando uma onda de relatos de dezenas de outras vítimas, incluindo menores de idade.

O Início da Perseguição e a Coragem de Denunciar

Iasmin Lins, em entrevista à Jovem Pan Três Lagoas, detalhou como o professor Paulo a abordou inicialmente de forma aparentemente educada, curtindo suas fotos e se apresentando como educador. No entanto, a conversa rapidamente escalou para um interrogatório invasivo, com perguntas sobre sua vida pessoal, onde morava e com quem. A insistência do professor, mesmo após Iasmin expressar desconforto e mencionar sua vida particular, revelou um padrão de comportamento obsessivo.

“Ele começou a fazer diversas perguntas, diversas… eu falei que eu sou limitada, pois eu estou usando tornozeleira, eu tenho horário para sair, aí começou a perguntar sem parar, por que que eu estou usando a tornozeleira, o que que eu fiz… e mesmo assim, ele continuava insistindo de todas as formas, com várias perguntas, frequentemente mesmo, sem parar, com muita frequência”, relatou Iasmin. A situação se tornou ainda mais alarmante quando, ao ser rejeitado, o professor reagiu com agressividade, proferindo insultos e ameaças, chegando a dizer que a processaria e a destruiria.

A Revelação de um Padrão de Abuso

A decisão de Iasmin de postar a história em suas redes sociais, inicialmente sem revelar a identidade do agressor, serviu como um catalisador. A repercussão foi imediata e avassaladora. “Foi chegando muita solicitação de mensagem, pedido de contato por mensagem, começando a me seguir… eu fui abrindo as mensagens e aí, era só relatos de abusador mesmo”, contou Iasmin. Os depoimentos revelaram um modus operandi perturbador do professor:

  • Agressividade e Ameaças: Mulheres relataram que, ao ser rejeitado, Paulo tornava-se agressivo, ameaçando de morte, tentando atropelar vítimas com carro ou moto, e até invadindo casas ou ameaçando familiares.
  • Assédio em Ambiente Escolar: Relatos de crianças de 12 anos indicam que o professor pedia para as meninas irem de legging e sem sutiã para a escola, sob o pretexto de que a aula de educação física exigia conforto. Houve também denúncias de que ele mostrava vídeos pornográficos para os meninos, incentivando-os a reproduzir seus comportamentos.
  • Manipulação e Falsidade: O professor alterava sua idade e situação para se adequar à vítima, buscando “oportunidades” para o assédio. “Ele se passa como… conforme ele vê a pessoa, ele descreve a sua situação. É crime de oportunidade pra ele”, observou Iasmin.
  • Perseguição Constante: Vítimas descreveram perseguições em locais de trabalho, com o professor levando flores e aguardando a saída das mulheres, ou seguindo-as de carro até suas casas.

Falhas Institucionais e a Luta por Justiça

O mais alarmante é a aparente inação das instituições. A delegada responsável pelo caso informou a Iasmin que Paulo já possuía boletins de ocorrência por perseguição e importunação. Apesar disso, ele continuava atuando em escolas, inclusive em Inocência, na escola Escola Estadual Professor João Pereira Valim (JPV), localizada no Jardim Bom Jesus em Inocência – MS, atende ao Ensino Fundamental e Médio. “As denúncias foram feitas nas escolas para a direção e ele continuou dando aula”, afirmou Iasmin, destacando que até mesmo professores tentaram alertar a direção, mas foram ignorados.

“Será que eles vão continuar contratando gente pra cuidar das crianças desse nível, com essa capacidade, correndo um risco desse, porque é um risco enorme?”, questionou Iasmin, levantando a preocupação sobre a segurança de crianças e adolescentes sob a tutela de um indivíduo com tal histórico.

A Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) de Três Lagoas está investigando o caso um boletim de ocorrencia foi feito, e Iasmin Lins expressou sua determinação em ir até o fim, incentivando outras mulheres a denunciar. “Eu não vou parar, eu vou continuar. E quanto mais tiver chegando denúncia, mais eu vou fazer barulho naquele Instagram… Pode procurar a Delegacia e registrar o boletim de ocorrência também, porque não precisa ter medo, não precisa ter vergonha, não precisa ter nada disso”, declarou.

O caso de Paulo ressalta a urgência de uma resposta mais eficaz das autoridades e instituições de ensino para proteger as vítimas e responsabilizar os agressores, especialmente quando se trata de profissionais que lidam diretamente com crianças e adolescentes. A união das mulheres na denúncia é um passo crucial para combater a impunidade e garantir que “essa pessoa [seja retirada] de circulação, para não conviver entre a gente, porque se não for parada, ele vai continuar.”

Confira a Entrevista:

https://www.youtube.com/live/YiJYDxtjAiU

Deixe seu comentário:

Publicidade