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Três Lagoas e outras 37 cidades de Mato Grosso do Sul devem ter uma flexibilização no horário do toque de recolher determinado pelo governo do estado que esta em vigor desde dezembro. Conforme foi divulgado, um decreto deve ser publicado no Diário Oficial nesta quinta-feira (11) modificando o inicio do horário do toque de recolher para as 23h nas cidades em que o grau de risco esteja classificado no laranja e amarelo no Programa de Saúde e Segurança na Economia (Prosseguir).
De acordo com o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, o comitê realizou uma reunião nesta quarta-feira (10) para definir as medidas do novo decreto. Após decisão unânime, ao toque de recolher será ‘afrouxado’ em uma hora.
A mudança no horário de início do que de recolher é pedido da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) e representantes do comércio, que já se reuniram com representantes do Estado.
“A partir do decreto do Estado, os municípios devem se adequar. Vamos atender em parte o pleito, mas precisamos entender que tem critérios objetivos. O mesmo tratamento a ser dado em Campo Grande, vai ser dado em todos os municípios que estão em bandeira laranja”, disse Resende. Atualmente, 38 cidades do Estado se encontram nas classificações laranja e amarela.
O decreto deve ser publicado nesta quinta-feira no DOE (Diário Oficial do Estado).
Risco para o vírus
No último balanço divulgado com levantamento dos dia 24 a 6 de fevereiro, apenas três cidades estão na faixa amarela, considerada grau tolerável, são elas: Água Clara, Inocência, Selvíria.
Já no grau laranja, de risco médio: Alcinópolis, Amambai, Anastácio, Aparecida do Taboado, Bandeirantes, Bataguassu, Bonito, Brasilândia, Bonito, Caarapó, Camapuã, Campo Grande, Chapadão do Sul, Corguinho, Costa Rica, Coxim, Fátima do Sul, Figueirão, Guia Lopes da Laguna, Iguatemi, Jaraguari, Jutí, Maracaju, Miranda, Nioaque, Paraíso da Águas, Paranhos, Porto Murtinho, Ribas do Rio Pardo, Rio Negro, Rio Verde de Mato Grosso, Rochedo, São Gabriel do Oeste, Terenos e Três Lagoas.
Corumbá, famosa no Estado por representar um dos maiores e mais duradouros Carnavais de rua e passarela, está na faixa vermelha, com alto risco.