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Em uma entrevista ao jornal da manhã Jovem Pan Três Lagoas, o Dr. Diogo Peres, urologista com um currículo robusto e atuação em Três Lagoas e no Mato Grosso do Sul, abordou temas cruciais sobre a saúde do homem, com foco especial nos avanços tecnológicos no combate ao câncer de próstata. O especialista destacou a evolução dos tratamentos, a importância do diagnóstico precoce e a necessidade de desmistificar o medo em torno dos exames preventivos.
Por Henrique Ferian
O Dr. Diogo explicou que a cirurgia robótica representa o que há de mais moderno no tratamento cirúrgico do câncer de próstata. Superando as técnicas tradicionais (cirurgia aberta) e a videolaparoscopia, o método robótico oferece vantagens significativas:
O médico ressaltou, no entanto, que o robô é apenas uma ferramenta controlada por um especialista. O cirurgião é quem guia o procedimento, dissipando o mito de que o robô opera de forma autônoma.
A entrevista reforçou a mensagem de que a prevenção é o caminho mais eficaz. O Dr. Peres alertou que o câncer de próstata, em sua fase inicial, é geralmente assintomático. Por isso, a detecção precoce é fundamental para o sucesso do tratamento e a cura.
O rastreamento deve ser feito anualmente, combinando o exame de toque retal e o exame de sangue PSA. O médico alertou que ambos são essenciais, pois alguns tumores podem alterar o toque sem afetar o resultado do sangue, e vice-versa.
As recomendações de idade para iniciar os exames preventivos são:
O Dr. Peres fez questão de esclarecer a diferença entre o câncer de próstata e o aumento benigno da próstata, conhecido como hiperplasia prostática benigna (HPB). O aumento benigno é um processo natural do envelhecimento, que pode obstruir o fluxo da urina e causar problemas na bexiga e nos rins. Ele mencionou a cirurgia a laser HoLAP como uma técnica moderna e sem cortes para tratar essa condição.
A genética foi apontada como um dos grandes avanços na urologia. O Dr. Peres destacou que o histórico familiar de câncer, incluindo o de mama (devido à relação com genes como o BRCA1 e 2), é um fator de risco. O estudo genético permite identificar famílias com maior predisposição à doença e, no futuro, personalizar o tratamento com medicamentos específicos para cada tipo de tumor.
O especialista finalizou a entrevista reforçando a importância de vencer a teimosia masculina em buscar cuidados médicos e incentivando a população a se informar e a realizar os exames de rotina. A prevenção e a detecção precoce são a chave para combater a doença e garantir uma vida mais longa e saudável. Quer saber mais detalhes acesse: https://drdiogoperes.com.br/ .
Confira a entrevista: