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Vigilantes cobram centro de formação em Três Lagoas - Difusora FM 99.5

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Vigilantes cobram centro de formação em Três Lagoas

Com o crescimento acelerado da construção civil, da instalação de indústrias e da expansão comercial em Três Lagoas, aumenta também a demanda por segurança privada. No entanto, um problema vem gerando revolta entre profissionais da área: a cidade ainda não possui um centro de formação de vigilantes credenciado, obrigando interessados e profissionais em reciclagem a se deslocarem até Araçatuba, no interior paulista.

Segundo relatos encaminhados, a indignação é geral. “É inadmissível uma cidade do porte de Três Lagoas, polo industrial reconhecido nacionalmente, não ter um centro de formação próprio”, afirma um vigilante que preferiu não se identificar.

Para se qualificar ou realizar o curso de reciclagem exigido periodicamente pela legislação federal, os profissionais precisam viajar cerca de 140 quilômetros até Araçatuba. Isso significa gastos com transporte, alimentação e, muitas vezes, hospedagem.

Além do custo financeiro, há o desgaste físico e o risco das viagens frequentes pela rodovia. “Muitos colegas deixam de fazer o curso no prazo ideal porque não têm condições de arcar com os custos. Isso impacta diretamente no sustento da família”, relata outro profissional.

 

DEMANDA EXISTE — E É CRESCENTE

Três Lagoas abriga grandes empreendimentos industriais, redes de supermercados, bancos, condomínios residenciais e empresas de logística — todos dependentes de segurança privada. O número de vigilantes atuando na cidade cresceu nos últimos anos, acompanhando o desenvolvimento econômico local.

A ausência de um centro de formação não apenas dificulta a entrada de novos profissionais no mercado, como também prejudica a atualização e capacitação contínua daqueles que já atuam.

Especialistas da área avaliam que a instalação de um centro de formação credenciado poderia gerar empregos, movimentar a economia local e facilitar a profissionalização do setor.

“É uma demanda real e urgente. Temos mercado, temos profissionais e temos necessidade. O que falta é iniciativa para estruturar um centro aqui”, destaca um representante da categoria.

A reportagem tentou contato com autoridades locais para saber se há estudos ou articulações para viabilizar um centro de formação em Três Lagoas, mas até o fechamento desta matéria não houve posicionamento oficial.

Enquanto isso, vigilantes seguem enfrentando estrada, custos extras e incertezas — em uma cidade que cresce, mas que, segundo eles, ainda falha em oferecer estrutura básica para quem ajuda a garantir a segurança da população.

Da redação com informações do Jornal da Lagoa.

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